Pesquisa

Grupos de Pesquisa

Aspectos Éticos, Políticos, Estéticos e Epistemológicos das Teorias e Práticas Escolares ou Educacionais

O grupo tem como finalidade agregar pesquisadores de diferentes níveis de formação com o propósito de interação e aprofundamento de seus conhecimentos acerca das Teorias e Práticas Escolares ou Educacionais em seus aspectos Éticos, Políticos, Estéticos e Epistemológicos. Os integrantes do grupo já atuam em projeto de pesquisa em andamento na universidade e em redes com outros pesquisadores no âmbito nacional e internacional, sendo assim, há integração entre os membros que, atualmente, são compostos por pesquisadores doutores, orientandos de pós-graduação em Educação ou Filosofia e a pretensão é a de que haja permanente intercâmbio e ampliação no número de integrantes e âmbito de atuação através de eventos, cursos e publicações.

Aspectos Éticos, Políticos, Estéticos e Epistemológicos das Teorias e Práticas Escolares ou Educacionais.

Ciência, Tecnologia e Sociedade

As repercussões dos trabalhos do Grupo podem ser mensuradas pelas atividades de pesquisa desenvolvidas: a) realização de estudos e pesquisas no campo CTS, com foco particular nas seguintes temáticas: estudos sociais da ciência e tecnologia; comunicação, participação e compreensão pública da ciência, tecnologia e inovação; políticas de CT&I; ciência, tecnologia e inovação em saúde; ciência e ética; ciência e gênero; tecnociência; organização social da CT&I; trajetórias de cientistas, tecnólogos(as) e grupos de pesquisa; memória científica e tecnológica; desenvolvimento científico, tecnológico e da inovação nos contextos nacionais, regionais e locais, sob a ótica da interdisciplinaridade e da sustentabilidade; mudanças tecnológicas e o desenvolvimento sustentável; sociedade do conhecimento e sociedade de riscos. b) integração ensino-pesquisa, com oferta de disciplinas de graduação e pós-graduação relacionadas à temática CTS; c) formação de pesquisadores(as) nos níveis de Graduação (iniciação científica), Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado); d) captação de recursos para o desenvolvimento de pesquisas do grupo com a participação em editais públicos de fomento à pesquisa científica e tecnológica (editais Ciências Humanas e Sociais e Universal/CNPq; Produtividade/CNPq; Fapesp); e) participação em eventos científicos no país e no exterior; e) divulgação dos resultados das atividades de pesquisa em eventos e periódicos científicos nacionais e internacionais. Além disto, ao congregar pesquisadores(as) com diferentes formações – oriundos(as) das áreas de Sociologia, Ciência Política, Saúde Coletiva, Engenharias, Comunicação, condição essencial nesta área de estudos marcadamente multidisciplinar como é o campo CTS –, o grupo tem contribuído para a produção de novos conhecimentos na área.

Ciência, Tecnologia e Sociedade.

Conhecimento e Produção Científica em Educação

O grupo de pesquisa desenvolve estudos sobre as perspectivas teórico-metodológicas dos processos de criação, produção, circulação, disseminação e apropriação do conhecimento científico e tecnológico no contexto da Educação, por meio de abordagens quantitativa e qualitativa de análise da produção científica desse campo de conhecimento, apoiadas pelos recursos de ferramentas automatizadas para a coleta e organização dos dados.

Conhecimento e Produção Científica em Educação.

Diversidade em Educação

O Grupo teve sua origem em 2006, quando estava sediado na Universidade Federal do Paraná (UFPR), tendo, posteriormente, transferido sua sede para a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). As temáticas debatidas pelo grupo têm em comum a visão de que a educação deve ser um espaço não só de produção do conhecimento científico, mas também do exercício de cidadania, bem como o desenvolvimento de políticas afirmativas da diversidade. Isso implica discutir os sujeitos que reivindicam seu espaço no currículo escolar, a exemplo das minorias étnicas e raciais, dos indivíduos com necessidades educativas especiais, das minorias sexuais e de gênero e das inúmeras diferenças culturais e comportamentais que habitam o espaço escolar. O grupo consolida uma aproximação entre os(as) pesquisadores(as) da Universidade Federal de São Carlos, da Universidade Federal do Paraná, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), que vem ocorrendo nos últimos anos.

Se constitui em três principais eixos de pesquisa: 1) Educação, Gênero e Sexualidade; 2) Subjetividade, Imaginário e Educação; 3) Educação, cidadania e diversidade. Por meio deles, visa discutir o tema da diversidade no espaço educativo, nas práticas sociais e também nas produções culturais do imaginário, que na modernidade exercem, também, grande função educativa, visando formar representações afirmativas de diversidade e de cidadania. Os(as) pesquisadores(as) do Grupo têm divulgado suas pesquisas em alguns dos principais periódicos científicos do país. No ano de 2008, organizamos o dossiê “Educação, gênero e sexualidade”, publicado na Revista Pro-posições (um importante periódico nacional da área da educação, editado pela Unicamp). Para o ano de 2010, planejamos uma outra publicação em dossiê de revista, no qual possam ser apresentadas parte das pesquisas de todo o Grupo.

Diversidade em Educação.

Do direito à educação ao direito educacional: para uma superação das disciplinas de Legislação Educacional e Estrutura e Funcionamento da Educação

A principal repercussão esperada das pesquisas está na melhoria do trabalho do(a) próprio(a) docente e de todos(as) os(as) pesquisadores(as) na maneira de trabalhar a disciplina de Estrutura e Funcionamento da Educação e de ampliar o campo do Direito Educacional, como especialização para professores(as) e juristas.

Do direito à educação ao direito educacional: para uma superação das disciplinas de Legislação Educacional e Estrutura e Funcionamento da Educação.

Economia Política da Educação, Estética e Formação Humana

Compreender a formação humana no capitalismo. Abordar a educação como uma esfera de socialização que se concretiza nas instituições escolar e universitária. Compreender a função e estrutura do Estado, as políticas públicas e a construção do pacto social e da sociabilidade humana. Supõe-se que a identidade destas instituições constitui-se numa contradição: contribuem para o crescimento econômico, a consolidação do pacto social e da cultura e, de outro lado, são uma forma de crítica de seu tempo histórico e de seus objetivos. Destacam-se as seguintes repercussões: necessidade de investigação dos processos formativos da cultura como possibilidade crítica de emancipação social; Políticas de avaliação da educação superior que configuram-se como de controle e regulação; Concepções do NUPES vêm sendo incorporadas pelo ordenamento jurídico-educacional, fundamentando as políticas de ciência e tecnologia; Implantação da pedagogia histórico-crítica na rede pública de ensino envolve apropriações e objetivações que configuram práticas escolares contraditórias; Modificações nas Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) indicam efetiva reforma educacional mediada pela pós-graduação, intensificação e precarização do trabalho, mercantilização institucional e expansão do trabalho imaterial produtivo; Habitus e capital cultural de alunos(as) de escolas técnicas implicam em trajetórias que tendem a reproduzir desigualdades sociais; Mudanças na estrutura de ensino municipal evidenciaram relações com o histórico das políticas educacionais e alterações de princípios da prática educativa; Políticas afirmativas (Prouni) dirigidas às desigualdades sociais, diferenças étnico-raciais e acesso da população pobre à Educação Superior atendem à lógica das finanças públicas e não garantem a permanência dos(as) alunos(as); Diretrizes curriculares de relações étnico-raciais indicam limites das políticas afirmativas quanto à sua capacidade de alterar problemas sociais estruturais.

Economia Política da Educação, Estética e Formação Humana.

Educação Brasileira: História e Filosofia de Instituições Escolares

Há quase 20 anos, Ester Buffa e Paolo Nosella criaram no PPGE-UFSCar um Grupo de Pesquisa para o estudo da história e da filosofia de instituições escolares. Linhas de pesquisa semelhantes têm sido implementadas no Brasil e em outros países. Por meio de Convênio com a UFSCar, foi implantanda tal linha no Programa de Pós-Graduação em Educação (Mestrado e Doutorado) da Uninove/SP. Nesta Instituição, o Grupo organizou em agosto de 2004 o I Colóquio Internacional de Pesquisa sobre Instituições Escolares Uninove/SP. Organizou, em seguida (novembro de 2005) o II Colóquio Internacional de Pesquisa sobre Instituições Escolares. Dando continuidade a esta iniciativa, organizou também os III, IV e V Colóquio Internacional de Pesquisa sobre Instituições Escolares, respectivamente em agosto de 2006, agosto de 2007 e agosto de 2008. Organizou, ainda, o VI Colóquio Internacional de Pesquisa sobre Instituições Escolares, realizado em 26, 27 e 28 de agosto de 2009.

O Grupo realizou um balanço crítico da produção desse tipo de pesquisa – projeto aprovado pelo CNPq – visando a um produto final que sirva de orientação aos(às) pesquisadores(as) desta temática. Pretende publicar um livro que responda a duas perguntas fundamentais: Por que e como investigar a história e a filosofia de uma escola?

As atividades de pesquisa e estudo habituais do grupo são: conferências e mini-cursos sobre o tema; orientação de iniciação científica, dissertações e teses sobre o assunto; intercâmbio com outros grupos que se dedicam a trabalhos semelhantes; publicações de artigos e livros sobre a temática.

Educação Brasileira: História e Filosofia de Instituições Escolares.

Educação Jesuítica no Brasil Colonial (1549-1759)

O Grupo de Pesquisa Educação Jesuítica no Brasil Colonial (1549-1759) é composto dos(as) seguintes professores(as)-pesquisadores(as): Maria Cristina Piumbato Innocentini Hayashi e Carlos Roberto Massao Hayashi (Área de Ciência da Informação), Amarilio Ferreira Jr. e Marisa Bittar (Área de História da Educação). Os dois últimos são bolsistas produtividade do CNPq. O Grupo é integrado, também, por alunos(as) de graduação (Pedagogia e Ciência da Informação), mestrado e doutorado (PPGE-UFSCar), cujos projetos de pesquisa têm como objeto de investigação a educação jesuítica no Brasil Colonial. As repercussões dos trabalhos do Grupo no âmbito de orientações e de publicações, nos últimos dez anos, são as seguintes: 19 trabalhos de iniciação científica; 3 dissertações de mestrado e uma tese de doutorado (todas defendidas no PPGE-UFSCar). Quanto às publicações, o Grupo participou de duas coletâneas: um livro, “Educação, história e cultura no Brasil Colônia” (organizado por José Maria Paiva, Marisa Bittar e Paulo de Assunção) e um dossiê, “Educação jesuítica no Mundo Colonial Ibérico – 1549/1768” (organizado por Amarilio Ferreira Jr.), publicado pelo Inep/MEC. Além disso, publicou 15 artigos nos principais periódicos brasileiros – entre eles: Educação & Sociedade, Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos e Revista Acervo da Biblioteca Nacional – e cinco capítulos de livros. Participou também de 15 congressos científicos nacionais e internacionais (EUA, Argentina e Portugal). Conta com projetos de pesquisa financiados pelo CNPq. 

Educação Musical, Cultura e Comunidade

As pesquisas oriundas deste Grupo se refletem nas ações de Educação Musical desenvolvidas e pesquisadas em diferentes setores da sociedade, em especial nos setores das comunidades em que estão inseridos os(as) pesquisadores(as). Os produtos educacionais e musicais decorrentes das pesquisas têm por objetivo ampliar as possibilidades de acesso ao conhecimento musical, seja ele vivencial, apreciativo ou da prática vocal e instrumental. O Grupo foi criado a partir da experiência adquirida no Grupo de Pesquisa “Práticas Sociais e Processos Educativos”; e ele mantém o mesmo referencial teórico de base do referido Grupo, ampliando suas leituras e referências para a área de Educação Musical. Deste modo, Paulo Freire, Enrique Dussel, Ernani Fiori, Carlos Rodrigues Brandão, Ecléa Bosi e outros(as) dialogam com autores(as) da Educação Musical tais como: Violeta Hemsy de Gainza, Hans Joachim Koellreutter, Carlos Elias Kater, Maura Penna, Teca de Alencar Brito, Marisa Fonterrada, Jusama Souza, Liane Hentscke, Luciana Del Ben, entre tantos(as) outros(as). As pesquisas do Grupo estão baseadas em estudos que envolvem as práticas sociais e os processos educativos que se dão na convivência entre diferentes grupos comunitários. Escolas da rede pública, professores(as) e alunos(as) que estudam ou trabalham na rede pública de ensino, orquestras e corais comunitários, música e Educação à Distância voltados para as interações entre professores(as), tutores(as) e alunos(as). O Grupo tem produzido artigos, capítulos de livros, materiais técnicos, participação em congressos internacionais e nacionais, participações em bancas de monografias, mestrado e doutorado, além de produção de seminários, congressos e muitos concertos ou atividades culturais.

EduCárceres - Núcleo de Investigação e Práticas em Educação nos espaços de restrição e privação de liberdade

O grupo tem como finalidade agregar pesquisadores iniciantes e experientes com o propósito de interação e aprofundamento de conhecimentos na área de educação de jovens e adultos em situação de restrição e privação de liberdade. Tem seu campo de investigação e práticas educativas alicerçado em três eixos: educação em espaços de restrição de liberdade (Programas de Medidas Socioeducativas de Liberdade Assistida e Prestação de Serviços à Comunidade), educação em espaços de privação de liberdade para jovens (Fundação CASA) e educação em espaços de privação de liberdade para adultos (penitenciárias, Centros de Ressocialização, Centros de Detenção Provisória, APAC´s). Os integrantes do grupo atuam em projetos de pesquisa em andamento na universidade e em parcerias com pesquisadores no âmbito nacional e internacional, para intercâmbio na produção de conhecimentos através de eventos, cursos e publicações. Nos últimos anos, consolidou aproximação com pesquisadores da Universidade Federal Fluminense – UFF e da Universidade Federal da Paraíba – UFPB e que resultou em três publicações de Números Temáticos na área: Educação em prisões na Revista Educação e Realidade (2013), Educação em espaços de restrição e de privação de liberdade: desvelando caminhos, forjando políticas educativas na Revista REVEDUC (2013), Educação e Trabalho na prisão: apontamentos teóricos e reflexões do cotidiano no Cadernos CEDES (2015). Foi realizado com essa parceria o Encontro Latino Americano de Educação para jovens e adultos em restrição e privação de liberdade (2014).

EMAC – Grupo de Pesquisa em Educação Matemática e Cultura

O EMAC – Grupo de Pesquisa em Educação Matemática e Cultura foi constituído em 2012 e cadastrado junto ao CNPq em 2013. Realiza pesquisas nos seguintes temas: Etnomatemática, Lógica, Modelagem Matemática, Sociologia e Educação Matemática, História da Matemática e da Educação Matemática; Filosofia da Matemática e da Educação Matemática. O Grupo tem como principal característica pensar a educação escolar e a formação de professores(as) – seja no âmbito da ação pedagógica, sejam na pesquisa acadêmica – numa perspectiva cultural da Educação Matemática. É composto de pesquisadores(as) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e de outras instituições, tais como a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Unichapecó (SC). Conta com a participação de graduandos(as) e pós-graduandos(as), inclusive docentes de outras universidades públicas (UFV, IFMG, IFMA, IFSP, IFRN, UFMT, UNESPAR), e tem contribuído para a produção de iniciação científica, dissertações de mestrado e doutorado em Educação do PPGE da UFSCar.

Líderes:

  • Ademir Donizeti Caldeira
  • Denise Vilela.

EMAC – Grupo de Pesquisa em Educação Matemática e Cultura.  

Estudos sobre a criança, a infância e a educação infantil: políticas e práticas da diferença

O Grupo firmou uma parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura de São Carlos, objetivando a formulação de políticas públicas para a formação continuada de professores(as) de educação infantil, a elaboração de propostas alternativas de gestão dos equipamentos de ensino, e propostas de avaliação de desempenho do trabalho desenvolvido com as crianças da rede municipal de educação infantil. O Grupo realizou o primeiro encontro de educação infantil da região
(1º Congresso de Educação Infantil), o qual congregou professores(as) das redes pública e particular de ensino e alunos(as) de pós-graduação com pesquisa nesta área. Destaca-se a repercussão do trabalho do Grupo junto à comunidade científica. O desenvolvimento de um projeto de pesquisa em políticas públicas com o objetivo de elaborar um diagnóstico da rede foi selecionado pela Fapesp na linha de financiamento de políticas públicas, com financiamento durante dois anos e meio, até outubro de 2003. O Grupo fez parte do Edital/Universal de 019/2004, com o projeto de pesquisa Imagens de Crianças e Infância, com financiamento do CNPq no valor de R$ 18.500,00 (2005 a 2007). O livro mais recente do grupo, intitulado Afirmando Diferenças: montando o quebra-cabeça da diversidade da escola (Editora Papirus, 2005) teve uma edição completa adquirida pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Outro livro, Trabalhando a diferença na Educação infantil (Editora Moderna, 2006), vem sendo adotado por algumas prefeituras do Estado de São Paulo.

O Grupo ganhou uma licitação realizada pelo governo do Estado de São Paulo para a formação continuada de professores(as) da rede pública, na temática étnico-racial. O valor do financiamento foi de R$ 1.600.000 para a formação de 15.000 professores(as). O Grupo organizou também o encarte Sociologia da criança e da infância, publicado pela Revista Sociologia, Ciência & Vida em junho de 2008 (Editora Escala, Ano 2, n. 17).

Estudos sobre a criança, a infância e a educação infantil: políticas e práticas da diferença.

Estudos sobre a Docência: teorias e práticas

Entre as principais repercussões desse Grupo, estão: 1. Formação de recursos humanos, por meio de desenvolvimento profissional dos próprios envolvidos nos processos de investigação como pesquisadores(as) e como participantes das pesquisas; 2. Oferecer referências, alternativas e subsídios para elaboração de materiais didáticos, bem como para sua avaliação; 3. Oferecer referências, alternativas e subsídios para reformulação de cursos de formação inicial e continuada de professores(as), bem como para sua avaliação;
4. Desenvolvimento de novos modelos de formação por meio de intervenções junto aos(às) professores(as) e sua análise em grupos colaborativos; 5. Produção de conhecimento por meio da investigação sobre os processos de ensinar e aprender sob o ponto de vista dos(as) alunos(as); 6. Produzir conhecimentos sobre formação de professores(as) por meio de pesquisas narrativas.

Estudos sobre a Docência: teorias e práticas.

Formação básica e continuada de professores

Entre as principais repercussões deste Grupo, estão: 1. Oferecimento de subsídios para reformulação de cursos de formação inicial e continuada de professores(as); 2. Desenvolvimento de novos modelos de formação (Programa de Mentoria, Programa Casos de Ensino, Programa Formação de Professores); 3. Caracterização e análise da prática pedagógica de professores(as) de diferentes níveis de ensino;
4. Desenvolvimento e avaliação de novos recursos instrucionais, envolvendo em especial a internet; 5. Produção de conhecimento sobre o pensamento do(a) professor(a), teorias pessoais/teorias implícitas, processos de aprendizagem e de desenvolvimento profissional da docência; 6. Desenvolvimento de intervenções a médio prazo junto a professores(as) do ensino básico, tendo como base um modelo construtivo-colaborativo; 7. Desenvolvimento de modelos de formação continuada voltados para o acompanhamento de professores(as) iniciantes e desenvolvimento profissional de mentores(as) e formadores(as);
8. desenvolvimento de intervenções via internet a médio prazo junto a professores(as) de diferentes níveis de ensino, tendo como base um modelo construtivo-colaborativo; 9. Formação de pesquisadores(as) para atuarem nas linhas pertinentes aos Programas Casos de Ensino, Mentoria e Formação de Professores.

Formação básica e continuada de professores.

Formação de Professores, Ambientalização Curricular e Educação em Ciências

O Grupo teve início em 1995, com a pesquisa de doutoramento da professora Denise de Freitas sob a orientação do Professor Alberto Villani, que analisou uma experiência didática bem sucedida na formação inicial de professores(as). As questões que surgiram a partir daí – sobre os processos cognitivos e subjetivos envolvidos na formação inicial de professores(as) da área de Ciências Naturais e a parceria estabelecida com as professoras Alice Pierson e Elisabeth Barolli – possibilitaram uma ampliação das investigações por meio da organização de práticas interdisciplinares e reflexivas.

O desenvolvimento de projetos e intercâmbios entre pesquisadores(as) – a saber: i) melhoria de ensino da Fapesp; ii) pesquisa do CNPq; iii) programa ALFA, envolvendo sete países da Europa e da América Latina; iv) divulgação científica do CNPq;
v) pós-doutoramento da professora Denise na Universidade de Lisboa; vi) supervisão de pós-doutoramento da Professora Vânia G. Zuin; vii) convênio Brasil e Portugal (Capes-GRICES) – imprimem nas investigações o desenvolvimento de referenciais
teórico-metodológicos sobre a formação inicial e continuada de professores(as), a ambientalização curricular no ensino superior e introduz a produção e avaliação de material didático destinado a Educação em Ciências numa perspectiva CTS.

O Grupo tem publicado livros (11 de autoria de Denise), artigos em revistas especializadas (22 de autoria de Denise), além de ter apresentado trabalhos em congressos da área. Tem orientado, ainda, iniciações científicas (seis sob orientação de Denise), dissertações (nove sob orientação de Denise), teses (seis sob orientação de Denise), produzido material didático (abordagem CTSA), participado da organização de eventos na área de Educação Ambiental e da editoração da Revista de Pesquisas em Educação Ambiental (2006 a 2008). Encontram-se em desenvolvimento três projetos de pesquisa financiados pelo CNPq. Uma repercussão importante das ações deste Grupo foi a abertura, em 2000, da Linha de Pesquisa Ensino de Ciências e Matemática junto ao PPGE-UFSCar.

Formação de Professores, Ambientalização Curricular e Educação em Ciências.

GEIFoP – Grupo de Estudos em Intermulticulturalidade e Formação de Professores(as)

As pesquisas e intervenções realizadas pelo Grupo impactam a formação inicial e continuada de professores(as) de anos iniciais do ensino fundamental, tendo em vista a abordagem de questões intermulticulturais no âmbito da educação escolar.

GEIFoP – Grupo de Estudos em Intermulticulturalidade e Formação de Professores(as).

GEM – Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática

O GEM, constituído em 2003 e cadastrado junto ao CNPq em 2004, tem como objetos de estudo: a formação inicial e continuada de professores(as) que ensinam matemática; a prática pedagógica de professores(as); a inter-relação entre desenvolvimento curricular e formação/desenvolvimento docente numa perspectiva sociocultural, tendo como cenário práticas exploratório/investigativas. O Grupo é formado por pesquisadores(as) da UFSCar e de outras Instituições de Ensino Superior, e conta com a participação de pós-graduandos(as), de professores(as) escolares e de estudantes da graduação. O Grupo tem contribuído com a produção de dissertações de mestrado em Educação do PPGE da UFSCar, sendo uma concluída (SOUZA, 2006; LAMONATO, 2007; SOUZA, 2007; ABREU, 2008). Em 2008, conta com cinco dissertações de mestrado e duas teses de doutorado em andamento. O Grupo contribuiu, ainda, para o desenvolvimento de dois projetos coletivos de pesquisa e dezenas de pesquisas individuais e/ou em parceria entre os(as) participantes. Em 2005, participou do I Seminário Luso-Brasileiro de Investigações Matemáticas no Currículo e na Formação do Professor, na Universidade de Lisboa, debatendo a pesquisa “Investigações geométricas no contexto de uma escola pública brasileira”. O GEM têm participado de diversos eventos da área de Educação e Educação Matemática com apresentação de trabalhos e publicações em anais. Tem, ainda, um artigo publicado em periódico (PASSOS, C. L. B. et al., 2005). Em 2007, o Grupo se dedicou a estudos e pesquisa sobre a formação continuada de professores(as) e, através da ACIEPE Encontros de Educação Matemática, promoveu diversos seminários.

GEM – Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática.

GEPEA – Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação Ambiental

O Grupo iniciou suas atividades na UFSCar em 1995, com pesquisas de iniciação científica e, a partir da participação nos Programas de Pós-Graduação em Educação (PPGE-UFSCar), Ecologia e Recursos Naturais (PPGERN/UFSCar) e Ciências da Engenharia Ambiental (PPGSEA/USP), teve início a orientação de dissertações e teses na área de Educação Ambiental (EA). O Grupo tem parcerias diversas com outros grupos de pesquisa, seja no desenvolvimento de projetos de educação continuada (Fapesp – Programa de Melhoria do Ensino Público), projetos de extensão (Cursos de EA para professores(as) de Ensino Infantil, Fundamental e Médio, Educadoras de Jovens e Adultos), seja na formação de um grupo de estudos de caráter interinstitucional em EA (GEPEA – Grupo de Estudos e Pesquisa em EA), com outras universidades brasileiras (RUPEA – Rede Universitária de Programas de EA) e da Comunidade Européia (Rede ACES – Ambientalização Curricular do Ensino Superior). Nas Pós-Graduações, são ministradas as disciplinas Interpretação e EA (PPGSEA/USP) e Metodologias de Intervenção e Pesquisa em EA (PPGERN/UFSCar), e na Graduação (Ensino e Pesquisa em EA, EA e Resíduos, EA para a Conservação da Biodiversidade, EA em Gerontologia, EA em processos de Gestão Ambiental), consolidando uma prática de trabalho interdisciplinar na inserção da temática ambiental nos cursos de graduação da UFSCar.

Professores(as) do Grupo têm coordenado Atividades Curriculares de Integração entre Ensino, Pesquisa e Extensão (ACIEPEs) na área de EA. Já foram defendidas 15 teses de doutoramento e 22 dissertações de mestrado, além de 21 monografias de final de curso e de especialização. Esse Grupo tem promovido, a cada dois anos, desde 2001, os Encontros de Pesquisa em Educação Ambiental (EPEA, <www.epea.tmp.br>), de caráter nacional, para os quais tem tido apoio da Fapesp e Capes. Promoveu o lançamento, em outubro de 2006, da Revista Pesquisa em Educação Ambiental, de periodicidade semestral (ISSN: 1980-1165).

GEPEA – Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação Ambiental.

GEPEC - Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação do Campo

O grupo foi criado em 2010 por docentes dos Departamentos de Educação e de Psicologia, e alunos (graduação e pós-graduação) da UFSCar e conta com a participação de um docente da USP de Ribeirão Preto. O GEPEC tem como objetivo principal proporcionar um espaço de discussão dos estudos e pesquisas sobre a educação do campo nas relações com as práticas das camadas populares, os movimentos sociais e a luta pela terra. Os Estudos e Pesquisas estão organizados em quatro linhas de investigação principais: Educação Especial no campo; Fundamentos da Educação e suas relações com o campo; Instituições escolares e práticas educativas no campo; Movimentos Sociais e Educação. Seja bem vindo!

Participe de nosso grupo de e-mails e receba a agenda semestral, textos e comunicados.

Acesse: http://br.groups.yahoo.com/group/gepec_ufscar/ e solicite sua inclusão! 

GEPEC – Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação do Campo.

Grupo de Pesquisa em História da Educação e Educação Infantil

O grupo de Pesquisa em História da Educação e Educação Infantil pretende contribuir para uma educação pública de qualidade em suas pesquisas, por meio da investigação a ser realizada no campo da história da educação, tendo como eixo norteador a história das idéias educacionais e pedagógicas. Ao mesmo tempo procura-se por meio da Educação Infantil atuar de maneria propositiva visando contribuir para o trabalho do professor em sala de aula, bem como apresentar proposições curriculares alternativas que possuam sempre o ensino como eixo articulador do trabalho educativo.

Grupo de Pesquisa em História da Educação e Educação Infantil.

Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação Científica

Nucleado a partir do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade (área de Processos de Ensino e Aprendizagem, Linha de Pesquisa Ensino de Ciências e Matemática), o Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação Científica tem seu foco em estudos e pesquisas que, priorizando a compreensão de “Ciência para todos”, coloquem em relação a Ciência, a Tecnologia e a Sociedade. Os trabalhos desenvolvidos nos últimos anos centram-se, prioritariamente, nas questões referentes à abordagem da Ciência numa perspectiva Ciência-Tecnologia-Sociedade-Ambiente, partindo do reconhecimento da necessária articulação desses elementos nos processos de formação científica realizados durante a Educação Básica, como elemento indispensável à construção de uma cidadania ativa e responsável. Como meta mais global, a proposta é desenvolver um aprofundamento teórico-metodológico sobre questões relacionadas à abordagem CTS e Ciência como Cultura, que vem sendo objeto de estudo e pesquisa deste diretório de pesquisa.

Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação Científica.

Grupo de Estudos e Pesquisa História, Trabalho e Educação

O Grupo de Estudo e Pesquisas História, Trabalho e Educação pretende contribuir para uma educação pública de qualidade em suas pesquisas, investigando o atendimento educacional em seus diferentes níveis e as relações travadas entre educação, trabalho e o capital. Para tanto, as pesquisas que se realizam dentro do Grupo objetivam, alicerçadas nos estudos marxistas, reconstruir a história da educação brasileira, bem como apresentar proposições curriculares alternativas que possuam sempre o ensino como eixo articulador do trabalho educativo. No ano de 2008, o Grupo obteve dois financiamentos de projetos pela Fundação de Apoio a Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp); o primeiro projeto intitula-se “Os pressupostos teóricos e metodológicos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST”, coordenado pelo Prof. Dr. Luiz Bezerra Neto; e o segundo, intitulado “As idéias Pedagógicas em movimento na Formação de Professores na Escola Estadual Dr. Álvaro (1930-1969): uma análise de seu acervo bibliográfico e documental”, coordenado pela Profa. Dra. Alessandra Arce.

Grupo de Estudos e Pesquisa História, Trabalho e Educação.

GEPGE – Grupo de Estudos sobre Políticas e Gestão da Educação

Tendo como meta a avaliação e reflexão crítica acerca das políticas educacionais e a elaboração de conhecimentos teóricos com a finalidade de desenvolver programas de cooperação e apresentar subsídios para a implementação de políticas educacionais , o Grupo vem produzido artigos, livros e assessorias a equipes de educadores(as) de redes do ensino público e privado. A Linha de Pesquisa dedicada ao estudo do Estado e Política educacional de São Paulo apresentou, no ano de 2005, quatro trabalhos em congressos e seminários, nos quais foram apresentados resultados iniciais da pesquisa. Além disso, dois dos projetos de mestrado ligados aos estudos do Grupo foram apresentados em congressos. Foi realizada, ainda, uma atividade de extensão com bolsa financiada pela UFSCar, na qual duas estudantes da graduação – membros do grupo e orientadas pela pesquisadora responsável – procederam a catalogação de fontes para estudo da administração educacional regional. Foram previstas para o ano de 2006 as apresentações de trabalho em pelo menos três congressos, um deles internacional, além de publicações dos resultados iniciais de pesquisa em revistas nacionais de educação.

GEPGE – Grupo de Estudos sobre Políticas e Gestão da Educação.

Grupo de Pesquisa Formação Compartilhada de Professores - Escola e Universidade (GPEFCom)

O Grupo de Pesquisa Formação Compartilhada de professores – Escola e Universidade (GPEFCom) tem por objetivo principal desenvolver atividades investigativas que integrem os conhecimentos de pesquisadores da universidade com os conhecimentos produzidos pelos professores da Educação Básica e pelos licenciandos nas escolas da Educação Básica. Aqui, os principais envolvidos têm oportunidade de desenvolver estudos teóricos, em nível de graduação e de pós-graduação, de forma a priorizar a parceria compartilhada entre escola e Universidade. Assim, tanto a escola da Educação Básica, quanto a universidade são consideradas lócus privilegiados de produção de conhecimentos e de formação de professores. As temáticas das pesquisas que vêm sendo desenvolvidas pelos integrantes do grupo são: Formação de professores; Processos educativos, Linguagens, Currículo e Tecnologias; Educação Matemática.

Grupo de Pesquisa Formação Compartilhada de Professores – Escola e Universidade (GPEFCom).

Horizonte: Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Inovações em Educação,Tecnologias e Linguagens

O Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Inovação em Educação, Tecnologias e Linguagens (Grupo Horizonte) busca os fundamentos técnico-científicos da educação, com base na melhoria do ensino-aprendizagem pela inovação tecnológica e de linguagens. A especificidade da relação entre educação e tecnologias e entre estas com a linguagem e comunicação confere características peculiares aos processos de ensino e de aprendizagem nos diferentes níveis e âmbitos educacionais. Assim, o Grupo pretende fornecer elementos para a melhor compreensão das influências ou participação das tecnologias (antigas ou emergentes) nos processos educacionais e comunicacionais.Considerando a latente necessidade de reflexões sobre a formação científica, pedagógica e tecnológica, analisando aspectos socioculturais e diferentes contextos de construção do conhecimento, o Grupo Horizonte pretende tornar-se referência nacional (e internacional) na produção e difusão de conhecimentos e no desenvolvimento e aplicação de tecnologias e estratégias educacionais pelo uso de linguagens diversificadas. O Grupo Horizonte foi criado em 2007, sob denominação de Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Educação a Distância (representado originalmente pela sigla GEPEaD). Em 2012, passou por reformulação e, a partir de discussões sobre seu foco de discussão e suas linhas de pesquisa, teve seu nome alterado para Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Inovação em Educação, Tecnologias e Linguagens (ou, resumidamente, tornou-se o Grupo Horizonte). Desde sua criação, o Grupo Horizonte vem realizando ciclos de palestras e discussões, além de encontros para prática de pesquisa e ações acadêmico-científicas (eventos, escrita e publicação de artigos, livros e capítulos). Atualmente, alguns projetos de pesquisa estão em andamento e outros estão sendo criados, sob a coordenação dos professores pesquisadores membros do Grupo.

Horizonte: Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Inovações em Educação,Tecnologias e Linguagens.

Informação e Memória

O Grupo é integrado por pesquisadores(as) das áreas de Ciência da Informação, Ciências Sociais e Educação do Centro de Educação e Ciências Humanas da UFSCar, unidos(as) por afinidades temáticas. As atividades desenvolvidas são: a) estabelecimento de metodologias para a recuperação, acesso e disseminação de informações em redes de informação e comunicação; b) construção de fontes de informação e pesquisa histórica, visando o resgate e disseminação da cultura e memória social; c) fomento de ações no âmbito do resgate da informação e memória, de forma a garantir o exercício da cidadania e a democratização do acesso à informação; d) atendimento das demandas informacionais de diferentes públicos. Os impactos sociais e acadêmicos das pesquisas desenvolvidas podem ser verificados através da: a) contribuição para o avanço do conhecimento nas áreas de Ciência Sociais Aplicadas e Ciências Humanas; b) qualidade da formação de recursos humanos na utilização das metodologias desenvolvidas e para a pesquisa com documentos do patrimônio histórico-social; c) construção de fontes de informação e instrumentos de pesquisa de pesquisa para pesquisadores(as) e comunidade em geral; d) fomento de ações no âmbito da educação patrimonial.

Informação e Memória 

Linguagem, Formação e Aprendizagem

O Grupo tem como meta o estudo da linguagem, dos processos de apropriação da língua, tanto no que diz respeito à aprendizagem do(a) aluno(a), quanto à atuação de professores(as) nesse processo. Busca contribuir com a investigação de teorias e práticas relacionadas ao ensino e a aprendizagem, em diferentes modalidades (presencial e a distância) e contextos educacionais.

Linguagem, Formação e Aprendizagem.

NEFEF – Núcleo de Estudos de Fenomenologia em Educação Física

O Núcleo de Estudos de Fenomenologia em Educação Física (NEFEF) vinculado ao Departamento de Educação Física e Motricidade Humana da Universidade Federal de São Carlos (DEFMH/UFSCar) iniciou seus trabalhos em Junho de 1996 com a intenção de ultrapassar o discurso dicotômico da educação física por meio do estudo da fenomenologia: fundadores, precursores, estudiosos contemporâneos, procedimentos de pesquisa, processos educativos em ambiente escolar e não escolar. Naquele momento, o Núcleo desenvolvia estudos e pesquisas exclusivamente com a abordagem fenomenológica, modalidade Fenômeno Situado. No entanto, com seu desenvolvimento e adesão de novos(as) estudantes e pesquisadores(as) de distintas áreas (além da Educação Física, contamos com membros oriundos da Arte-Educação, da Fisioterapia, da História, da Pedagogia e Educação em Geral), houve a dinamização de interesses, ampliando nossas investigações para outras abordagens qualitativas – como Etnografia, História Oral e Sociologia da Vida Cotidiana. O NEFEF tem como praxe a realização de uma reunião semanal durante o período letivo (no caso às sextas-feiras, entre 10h e 12h), nas quais discutimos textos relacionados a metodologias qualitativas, a educação, a educação popular, a educação física, ao lazer, entre outros. Os(as) estudantes e pesquisadores(as) vinculados(as) ao NEFEF têm desenvolvido pesquisas e as apresentado em congressos nacionais e internacionais, bem como as publicado em diferentes periódicos. Outra tônica do Núcleo tem sido o agrupamento de estudantes de graduação, de pós-graduação e profissionais vinculados(as) às secretarias de educação, de lazer e esportes, de ação social e cidadania municipais (Brotas, Ilhabela e São Carlos) e estadual (São Paulo) para o desenvolvimento conjunto de projetos de pesquisa, de extensão e de ação educacional. Em junho de 2003, o NEFEF originou a Sociedade de Pesquisa Qualitativa em Motricidade Humana (SPQMH, CNPJ nº 05.947.176/0001-79.

NEFEF – Núcleo de Estudos de Fenomenologia em Educação Física.

NEEVY – Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Escola de Vigotsky

Grupo formado por pesquisadores(as) da área de Educação, alunos(as) de graduação e pós-graduação e professores(as) da rede pública de Educação Básica. Seu objetivo é aprofundar o conhecimento sobre a obra de Vigotsky por meio do desenvolvimento de pesquisas, envolvendo: a formação de professores(as), o desenvolvimento infantil, a criança de zero a dez anos, educação infantil, o desenvolvimento cultural e os processos de ensinar e aprender na escola, todos os temas sob o enfoque da Teoria Histórico-Cultural. Os principais projetos de pesquisa em andamento são: 1) Conexões de Saberes: diálogos entre a universidade e as comunidades populares (financiado pelo MEC); 2) Comunidade de Educação Infantil, <www.portaldosprofessores.ufscar.br>; 3) O Desenvolvimento da Criança na Perspectiva Histórico-Cultural: a Percepção
e Explicação dos Professores(as) sobre as Crises em Diferentes Idades; 4) Histórias Interativas e Cultura; 5) O desenvolvimento cultural do ser humano: implicações nas práticas pedagógicas.

Além desses projetos,o NEEVY também integra os projetos dos orientandos(as) dos(as) pesquisadores(as) nos níveis de: doutorado, mestrado, monografia de graduação, especialização, iniciação científica e projetos de extensão apoiados pela Proex/UFSCar.

NEEVY – Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Escola de Vigotsky.

NIASE – Núcleo de Investigação e Ação Social e Educativa

O Núcleo de Investigação e Ação Social e Educativa desenvolve pesquisa, ensino e extensão considerando diferentes práticas sociais e educativas. Diante dos desafios do atual contexto (novas tecnologias de comunicação e informação, globalização, multiculturalismo, reflexividade, novas exclusões, consumismo e limites ambientais), o NIASE busca identificar fatores transformadores e exclusores que ocorrem em diferentes espaços (investigação) e coopera com os grupos que produzem as práticas, para potencializar aspectos transformadores e transformar os exclusores (extensão). Trabalho, Redes de solidariedade, Redes informacionais, Práticas educativas, escolarização e superação de desigualdades são temas que unem pesquisadores(as)
de diferentes áreas. Na extensão universitária, as ações do NIASE estão vinculadas ao Programa de Extensão “Democratização do conhecimento e do acesso à escolarização”, coordenado pela Profa. Dra. Roseli Rodrigues de Mello. Membros de outros grupos colaboram em tais projetos, em intercâmbio de conhecimento. Ação comunicativa e dialogicidade estão na base da produção das ações sociais e educativas do NIASE. Os conhecimentos gerados nas pesquisas e nas ações de extensão enriquecem o ensino, nos cursos de graduação nos quais atuam os(as) pesquisadores(as) do NIASE. Na pós-graduação, pesquisadores(as) estimulam a formação de novos investigadores e a geração de teses e dissertações vinculadas aos temas estudados pelo Núcleo.

O Núcleo conta com a presença de estudantes de graduação e de pós-graduação de diferentes cursos da UFSCar. O NIASE coopera com o Centro Especial de Investigação em Teorias e Práticas Superadoras de Desigualdade (CREA), da Universidade de Barcelona (Espanha), estando em constante interlocução com os(as) pesquisadores(as) do Centro e desenvolvendo pesquisas e ações educativas em conjunto. O CREA está sob coordenação da Profa. Dra. Marta Soler.

NIASE – Núcleo de Investigação e Ação Social e Educativa.

Observatório e pesquisa das políticas de avaliação da educação superior (POW1)

Tem-se por objetivo investigar a elaboração, a aplicação e a repercussão das políticas de avaliação da educação superior. Desdobrando as investigações na análise (a) das estatísticas da educação superior relacionadas com as políticas de avaliação, (b) do discurso oficial e da sociedade (imprensa), e (c) das conseqüências da avaliação nas práticas institucionais.

Observatório e pesquisa das políticas de avaliação da educação superior (POW1).

Práticas Sociais e Processos Educativos

Pesquisa práticas sociais situadas em ambientes não escolares e escolares e os processos educativos por elas desencadeados,consolidados. Busca significados construídos em perspectivas de pessoas,grupos “desqualificados” e “marginalizados” pela sociedade,desvelando conhecimentos,atitudes,relações entre diferentes grupos sociais para compreensão de práticas sociais próprias à América Latina, à sociedade brasileira, no sentido da descolonização.Temáticas: educação popular; direitos humanos; gênero;movimentos e ações sociais;formação de professores e educadores sociais;combate a preconceitos, discriminações,racismo; ações e comprometimento social em educação musical; saúde e fortalecimento de comunidades; educação de homens e mulheres aprisionados/as;educação e cultura de comunidades ribeirinhas; educação do campo.Repercussão:ensino de graduação e pós graduação, formação continuada de educadores e formulação, implantação e acompanhamento de políticas públicas para educação,justiça e saúde.

Práticas Sociais e Processos Educativos.

Relações Étnicas e Raciais no Brasil Contemporâneo

O Grupo discute os processos das relações étnicas e raciais, focalizando os desdobramentos dessas na dinâmica das diferentes dimensões da vida social no Brasil. Tem como objetivo sistematizar os recentes desenvolvimentos teóricos na área e suas inter-relações com outras áreas de conhecimento no país e em países pluri ou multiculturais, pluri ou multirraciais etc. Busca-se, ainda, identificar propostas de políticas públicas voltadas para populações discriminadas a partir de traços ou características fenotípicas, identificando suas repercursões na sociedade. Pretende-se que os trabalhos do Grupo sejam divulgados na comunidade acadêmica nacional e internacional, por meio da apresentação de ensaios, comunicações, palestras, visitas institucionais e intercâmbios e, também, por meio da publicação de artigos em periódicos com avaliação dos pares e em capítulos de livros e livros. O Grupo, criado no final de 1999, se expandirá na medida em que novas matrículas na graduação e na pós-graduação (mestrado e doutorado) sejam realizadas. A aceitação e a repercussão dos trabalhos deste Grupo junto à comunidade científica tem sido positiva. Desde sua implantação, os(as) pesquisadores(as) e seus alunos(as) tem participado com apresentação de trabalhos nos principais encontros e congressos científicos, dentro e fora do país, como pode ser observado por meio da intensa produção em pesquisa e a publicação de artigos e livros.

Relações Étnicas e Raciais no Brasil Contemporâneo.

Sociedade, Estado e Educação no Brasil: HISTEDBR/UFSCar

Este Grupo tem como objetivo estudar as múltiplas relações existentes entre Sociedade, Estado e Educação no Brasil. Privilegiará os nexos dialéticos materializados por meio das políticas educacionais, das teorias pedagógicas, dos movimentos sociais, do mundo do trabalho, das manifestações juvenis e dos fundamentos teórico-metodológicos da pesquisa educacional. Os seus pesquisadores e pesquisadoras empreendem estudos sobre a relação trabalho-educação e sobre os fundamentos históricos e filosóficos da educação.

Sociedade, Estado e Educação no Brasil: HISTEDBR/UFSCar.

Teoria Crítica e Educação – UFSCar

O grupo Teoria Crítica e Educação – UFSCar desenvolve atividades de estudos e pesquisas na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desde o ano de 1997. Este Grupo é um desdobramento do grupo “Teoria Crítica e Educação”, fundado na UFSCar em agosto de 1991. Formado por pesquisadores(as) e estudantes da UFSCar, o grupo investiga as contribuições de pensadores da chamada Teoria Crítica para a Educação.
A identificação do grupo como refêrencia nacional nesta temática pode ser constatada por meio da seguinte produção acadêmico-científica: 1) Publicação de 21 livros, 43 capítulos de livros e 90 artigos publicados em periódicos indexados; 2) Organização de 22 livros; 3) Elaboração de 40 traduções, sobretudo do original alemão e a publicação de algumas dessas traduções em livros e artigos de periódicos indexados; 4) Apresentação de 103 trabalhos em congressos científicos; 5) Quatro trabalhos de iniciação científica premiados em congressos de iniciação científica; 6) Apoio do CNPq para a realização de eventos, Bolsa Produtividade em Pesquisa, Bolsas de Doutorado e Iniciação Científica), da Fapesp (realização de eventos, auxílio à pesquisa, auxílio publicação e pós-doutorado no exterior) e da Capes/DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico – Bolsa/Pesquisador);
6) 72 orientações de iniciação científica, mestrado e doutorado concluídas; 7) Participação na organização de 58 eventos, com destaque para os Colóquios Nacionais sobre Teoria Crítica e Educação realizados na UNIMEP e com apoio da UFSCar e da Unesp/Araraquara; 8) Realização do Congresso Internacional intitulado Teoria Crítica e Inconformismo: tradições e perspectivas, que ocorreu no período de 8 a 12 de setembro de 2008 na Universidade Federal de São Carlos e recebeu apoio da Fapesp, Capes, CNPq e PPGE-UFSCar.

Teoria Crítica e Educação – UFSCar.

Cidadania, Ação Social, Educação e Terapia Ocupacional

1. Produção de conhecimento no campo social: educação e terapia ocupacional;

2. Discussão do papel dos técnicos na atenção territorial e comunitária e na educação formal e não formal;

3. Elaboração de reflexão crítica sobre o papel social do técnico, através da caracterização da população assistida, no contexto das respostas oferecidas, com ênfase na atenção territorial e/ou comunitária em Terapia Ocupacional, bem como na educação, revisando suas metodologias e instrumentos;

4. Estudo de populações em processos de ruptura de redes sociais de suporte – a situação de crianças, adolescentes e jovens; adultos moradores de rua; idosos; pessoas com deficiência e pessoas com transtorno mental;

5. Análise de ações e construções da sociedade civil: movimentos sociais, educação popular, educação não formal e organizações não-governamentais no Brasil;

6. Produção de estudos acerca das Políticas Sociais no Brasil, em especial as educacionais – tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Superior;

7. Desenvolvimento de estudos sobre o uso de atividades como instrumento de auto-valorização e de produção de sentido pessoal
e social que visam à ampliação dos espaços e a emancipação pessoal e social em projetos individualizados (mas sempre contextualizados) de melhoria de qualidade de vida;

8. Trabalhos em parceria com organizações governamentais e não-governamentais, de caráter público, que atuem pela universalização de direitos de cidadania;

9. Sensibilização e formação de estudantes e profissionais para atuar no território, em espaços comunitários e em instituições sociais, capacitando-os(as) para, a partir da demanda da população, contribuir para o equacionamento de suas necessidades e para uma escuta e uma intervenção que se construa com o Outro em seu contexto e história.

Cidadania, Ação Social, Educação e Terapia Ocupacional.


Veja também: Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil